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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Interpol


Calma! Não estamos sendo perseguidos pela polícia especial britânica por divulgar música via grooveshark! Interpol é uma banda... e nem mesmo é uma banda européia (embora dê essa impressão)!

Os caras começaram a tocar em 1997 em Nova Iorque (a cidade dos Tartarugas Ninja e do amigo da vizinhança, o Homem-Aranha! Zoei! XD).

Trata-se de uma banda de Indie Rock/Dark Wave no melhor sentido. É realmente uma mescla do Indie Rock com Dark Wave, lembrando, pelo vocal peculiar, em alguns momentos o She Wants Revenge (ou seria o contrário?) ou mesmo o Joy Division. Todavia o som do Interpol é mais elaborado nas guitarras e no baixo principalmente, fugindo aos riffs corriqueiros. No meu caso, passei a ouvir a banda por causa do estilo único de Carlos Dengler no baixo (lamentavelmente, Carlos deixou a banda em 2010). 

O estilo de compôr da banda é outro caso à parte: as canções são feitas em conjunto, não havendo um compositor principal (algo interessante que pode indicar a continuidade da qualidade das composições mesmo com a saída de um membro importante), além das letras serem intencionalmente passíveis de múltiplas interpretações por conta das frequentes sinédoques.



Os caras deram tanto que falar que algumas de suas canções foram parar em diferentes versões do Guitar Hero (como é o caso de "Obstacle 1", no GH World Tour e "Slow Hands" no GH Warriors Of Rock).

Interpol é o tipo de banda que foge do óbvio sem soar estranho aos ouvids.

Fonte: Wikipédia

Just keep rocking! \m/ 

domingo, 10 de fevereiro de 2013

She Wants Revenge


Tá aí uma dupla/banda sensacional que descobri num filme. Aliás, um filme excelente: Número 23. Pra quem quiser saber a resenha da história basta clicar no nome do filme.

Muito similar ao Interpol nos vocais, mas ao mesmo tempo mais cru em sua sonoridade instrumental.

O som é fortemente influenciado por grupos e artistas dos anos 1980 como Prince, Bauhaus, Erik B and Rakim, Joy Division, New Order, The Cure, Danse Society, The Psychedelic Furs, Depeche Mode, Suicide e The Sisters of Mercy.

Formada em Los Angeles, Califórnia, no ano de 2005, lançaram em 2006, cujos singles obtiveram razoável sucesso. O videoclipe de "Tear You Apart", dirigido pelo ator porto-riquenho Joaquin Phoenix, foi bastante exibido em canais musicais. A vocalista do grupo Garbage, Shirley Manson, aparece no videoclipe de "These Things". O segundo álbum da dupla, This Is Forever, foi lançado em 9 de outubro de 2007.

Fonte: Wikipédia

Just keep rocking! \m/

Ashton Nyte


Não dá pra falar de Ashton Nyte sem mencionar sua carreira no The Awakening, banda gótica e cristã da África do Sul com um vocal grave pra danar (sim, você acabou de ler isso). 

Apesar do extremo peso e sombriedade gótica nas canções, os trabalhos solo do cantor são diferentes do The Awakening.

Por exemplo: The Slender Nudes, de 2000, flerta com o eletrônico, mas fortemente influenciado por David Bowie.

*Dirt Sense, de 2002 é mais minimalista e difícil de se enquadrar em qualquer estilo existente, lembrando a sonoridade de "Cover" e "The Other Garden" do The Awakening, mas com canções que dariam a direção do álbum seguinte com uma marcação típica do trip-hop na faixa "Automation" e em "New Messiah Of The Week" (uma das letras mais incríveis que já ouvi dentro do tema do próprio título).

*Sinister Swing, de 2003 é alguma coisa entre o jazz e o trip-hop mas com forte influência gótica. As canções soam bastante "escuras".

*Headspace (2005) - Mudando totalmente de rumo, o álbum é puro rock and roll/noise rock. Outra vez, uma das canções dava a direção que seria seguida no álbum seguinte: "Like Jimmy Dean", um claro caso de flerte do cantor com western music. 

*The Valley (2009 South Africa, 2010 USA) - Último álbum lançado, tem uma sobriedade típica de um álbum que seria a trilha sonora perfeita de um filme de faroeste protagonizado pelo vilão. Mas é apenas pela densidade do som da voz de Ashton (de qualquer modo continuo achando o falsete dele horrível, por exemplo, na canção que dá nome ao álbum). "Medicine", uma das canções do álbum tem uma letra cristã da melhor qualidade. 

Fica abaixo uma playlist com as minhas canções preferidas do Ashton Nyte em carreira solo e algumas apresentações ao vivo do the Awakening de bônus:


Extremamente criativo, com excelentes letras. Se eu fosse você esperaria mais lançamentos estranhos desse senhor saído de Johannesburg. 


Just keep rocking! \m/

The Awakening



Imagine a dificuldade de formar uma banda na África do Sul. Agora imagine a dificuldade de achar uma banda gótica nesse cenário. Imagine agora a dificuldade em encontrar uma banda gótica cristã na África do Sul. Parece improvável não é? Mas existe!

The Awakening é uma BANDA GÓTICA CRISTÃ DA ÁFRICA DO SUL! Mais precisamente, de Johannesburg, e tem uma versatilidade pouco encontrada dentro do estilo. Não se trata de uma banda gótica nos moldes normais sinfônicos. Obs.: Não confundir com a banda de jazz nem com a de pop gospel de mesmo nome.

The Awakening tem uma trajetória que pode-se considerar "evolucionista": começaram pelo Dark Wave, passaram pelo Atmospheric, Avant-garde, Gothic Rock, Metal Industrial, Gothic Metal e agora estão numa linha puramente Dark.

Meu irmão chegou a definir Ashton Nyte como "o cara da voz cagada" na canção "Innocent", mas não percebeu que era o mesmo vocalista em "Razorburn". Nem todas as variações são belas, mas Ashton Nyte é um cantor de muitas vozes. Seus melhores vocais estão nos álbuns "Ethereal Menace", "The Fourth Seal Of Zeen", e do álbum "Roadside Heretics" em diante só tem melhorado. Além de que, uma das canções da banda tem uma das árias mais graves que já ouvi (a versão de "Amethyst" do álbum "The Fourth Seal Of Zeen"). Ponto pra eles pela originalidade e pelo cover de Simon & Garfunkel em "The Sounds Of Silence":



Sua discografia conta com 13 álbuns (até agora) lançados entre 1997-2009 soando como poucas bandas. A única que consegui como parâmetro de comparação foi o Sisters Of Mercy e mesmo assim a comparação só funciona nos álbuns de Dark Wave do Awakening.

O vocal de Ashton Nyte é outro capítulo à parte: ele é variável em cada álbum. Tecnicamente é um barítono que alterna entre vocais líricos, vocal fry, vocal operístico e falsete (o falsete mais horrível que já ouvi, mas não chega a ser desafinado, só esquisito).

Obs.: É a banda mais SOMBRIA que já ouvi até hoje. Faça o teste você mesmo ouvindo:

"We Fell"
"Precious"
"Prophet"
"Before I Leap (Sub Coma Mix)"
"Sacrificial (Lacerated Version)
"Marked", "Nostalgia"
"Cover"
"Heaven Waits" 

Algumas dessas canções nem estão em plataformas de streaming, mas vocês podem ouvir nossas recomendações clicando no canal do Telegram.

E se existir algo com o mesmo calibre vocal, deixem um comentário!

Para saber +: Wikipédia - Site Oficial - Last FM

Just keep rocking! \m/

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Black Lab


Black Lab. Taí uma banda estranha. Pra início de conversa, nem era uma banda, mas uma dupla que virou um trio, que virou um quarteto. Chequem o site oficial e a Wikipédia.

Meu primeiro contato com a banda foi através da sombria canção "This Night" num episódio da série Dr. House. Acabei arrumando o álbum "Passion Leaves a Trace" de 2007.

Sinceramente, como fã de She Wants Revenge e Interpol, achei que Black Lab fosse uma banda de Dark Wave. Todavia, essa canção destoa da maior parte dos trabalhos da banda nesse álbum.

Mesmo com essa pequenina decepção (eu realmente gosto muito de Dark Wave), consegui descobrir coisas interessantes como "Gone" (a letra faz você pensar sobre o que diabos realmente tem na mente de homens cafajestes), Pictures of People (uma crítica à cultura de massa, TV e estereótipos), além de Sun and Moon (com uma levada e alguns jogos de falsete entre oitavas que é bem gostosa de ouvir), tem até uma "pesadinha" chamada Broken Heart.



Uma boa experiência pra quem gosta de Soft Rock. Ah, o resto do álbum é a cara dos trabalhos do Keane, então quem curte Keane com certeza vai gostar.

Fica a dica.

Just keep rocking! \m/

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dreadful Shadows



Transitando entre o Gothic Metal, Goth Rock e Darkwave, Dreadful Shadows é uma banda alemã (não tão conhecida como eu gostaria), em atividade desde 1993 com um som que tem tudo que o Paradise Lost não tem (hehehehe, desculpem-me os fãs):  sombriedade, letras sóbrias e VOCAIS GRAVES. 

O primeiro trabalho da banda com que eu tive contato foi indicação de uma amiga (oi Herz! XD), e era justamente o disco The Cycle de 1999, que me surpreendeu principalmente por ter um cover da desconhecidíssima (pelo menos entre meus convivas) Tanita Tikaram com a fodona "Twist in My Sobriety" que ficou show de bola nos vocais do senhor Sven Friedrich (por que diabos minha voz não soa assim se eu alcanço os tons?! Merda... enfim, desabafei! kkkkkk).




Me surpreendi muito com a banda porque tudo deles é muito bom! Não consegui achar uma música até hoje que pudesse dizer "não gostei".

Destaques para "Calling The Sun", "Dead Can Wait" (grudeeeenta, difícil tirar da cabeça, mas muito legal), "Dusk" e "Vagrants in Space". 

Para os que não se arriscam muito musicalmente, a banda fez ótimos covers: além do já citado "Twist in My Sobriety", temos versões de "Outside" (do David Bowie), "1959" (cover dos míticos Sisters Of Mercy) e "Coma White" (do Marilyn Manson, que saiu melhor que a encomenda).

Vale à pena!


Fonte: Wikipédia

Just keep rocking! \m/
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