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terça-feira, 17 de junho de 2014

Demon Hunter

Demon Hunter é uma banda que acompanho desde o primeiro álbum de 2002 e devo dizer que muita coisa mudou nesses mais de 10 anos pra cá...


A começar pelo vocal de Ryan Clark: claro que seu "drive" continua sendo um som bastante "ameaçador", mas o vocal cantado dos coros ou pontes das canções, um tanto "grave" para os padrões do metalcore (onde temos um número de vocais tenores quase tão grande quanto o metal melódico) tem baixado cada vez mais de tom. No álbum "Storm The Gates of Hell", de 2007, as canções "Fading Away" e "Lead Us Home" me fizeram pensar que Ryan clarck fosse tenor. Acabei mudando de opinião e classificando o cantor como barítono a partir das performances ao vivo e do material novo da banda, como no clipe abaixo da canção "I Will Fail You".


Outro ponto interessante é o grande número de baladas numa banda de heavy metal: "My Throat is An Open Grave", "My Heartstrings Come Undone", "The Tide Began To Rise", "Carry Me Down", "Driving Nails", "Dead Flowers" e a atual "I Will Fail You". Quem checasse a discografia apenas pela minha indicação poderia pensar que sai uma por álbum, mas não é bem assim, porque há canções com apenas trechos de vocais agressivos, aumentando o número de canções "não pesadas" por álbum. Todavia, minha favorita, entre as baladas, acabou sendo "Tomorrow Never Comes", canção que eu só percebi que estava no álbum "True Defiance" muito tempo depois de eu ter deixado a banda de escanteio. Costumo passar por alguns casos de "encanto póstumo" com algumas bandas.

Em algumas entrevistas, Clark já deixou claro que ouve de tudo e não é bitolado no metal (um grande diferencial). Sem falar nas letras que tratam da vida humana e da fé numa perspectiva ora teológica, ora existencialista. Não é o tipo de banda sem cérebro que você pode se dar ao luxo de não saber o que está dizendo.

A performance ao vivo da banda não deixa pra menos, mas tem um energia totalmente diferente dos acústicos: nos shows, o vocal de Clark pende pro grave, nos acústicos ele não agrava a voz ao ponto que se ouve nas pontes de "I Will Fail You" ou "I am a Stone", por exemplo. De qualquer forma, uma grande banda, um vocal que foge aos padrões do gênero, se é que se pode dizer, a essa altura do campeonato, que ainda se trata de uma banda de Metalcore ou Death Melódico. 


Pra mim, Demon Hunter se tornou algo mais...

Discografia e História da Banda: Wikipédia

Just keep rocking! \m/

sábado, 3 de maio de 2014

[2007] Paramore MTV Unplugged

Tem quem ame, tem quem deteste.

Eu particularmente ouvi muito os 3 primeiros álbuns do Paramore (e ainda ouço). A voz da Hayley Williams (e o cabelo! *-*) tem um "je ne sais quoi" e as letras são realmente interessantes (se você souber inglês ou se der ao trabalho de procurar a tradução).

A MTV tem uma tradição de fazer shows acústicos, volta e meia, e esse show do Paramore pra mim foi um achado. Então, aproveitem a playlist!


Just keep rocking! \m/

[2011] Chevelle - KROQ Almost Acoustic Christmas

Chevelle é uma banda de Chicago que me acompanha desde a adolescência, mas confesso que o álbum ao vivo "Live From The Norva" não foi uma de suas melhores performances.

Qual não foi minha surpresa ao assistir a evolução do desempenho ao vivo da banda ao encontrar o KROQ Almost Acoustic Christmas de 2011! Aproveitem!


Just keep rocking! \m/

sábado, 5 de abril de 2014

[1990] Faith No More - Live at the Brixton Academy

Abril chegou, e pra começar muito bem, um dos melhores shows disponíveis no youtube: Faith No More ao vivo na Brixton Academy, em Londres!

Just keep rocking! \m/

domingo, 9 de março de 2014

[1999] Metallica S&M

2014 mal começou e me deu a excelente ideia de postar alguns dos shows mais legais que estão no youtube, nacionais e internacionais, para divulgar coisas que realmente vale à pena ouvir. Mas, com a preguiça das férias e a porcaria do carnaval, estou pelo menos 2 meses atrasado. Pra compensar só mesmo com um show duplo. 

Com vocês: Metallica e a Orquestra de São Francisco! Show duplo e completo. Aproveitem!


Just keep rocking! \m/

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ylvis


 
Da esquerda para a direita: Vegard, CalleBård.

Ylvis não é exatamente uma banda, mas um programa de humor norueguês (muito melhor que o CQC, Pânico, The Voice, Jô Soares ou qualquer coisa parecida). O diferencial é que os apresentadores, os irmãos Vegard and Bård Ylvisåker, além do divertido sideshow Calle Hellevang Larsen, tem uma faceta musical muito curiosa pra fazer humor: a incrível habilidade de criar canções de humor nos mais diversos estilos!




Ficaram famosos esse ano com um web hit chamado "The Fox"...

...que vamos ignorar completamente, pois nem só de "The Fox" vive a versatilidade do Ylvis! Cantam e ainda são multi-instrumentistas de responsabilidade. Então resolvi compartilhar com vocês algumas dessas pérolas. Embora The Fox seja a mais conhecida, o hard rock estilo anos 80 de Jan Egeland (a música é homenagem ao REAL Jan Egeland) é de uma melodia fantástica! 




E pra vocês garotas que curtem uma coisa mais romântica, "Come with me girl. I wanna take you to a place. Where it's just you and me. To my cabin."





Apesar de não ser exatamente uma "banda" propriamente dita, eu COMPRARIA um cd deles (e pra quem me conhece, sabe que isso foi um baita elogio!), especialmente o "Air Horn Classics"! ;-)



Just keep regougando! \m/

Referências:

domingo, 22 de setembro de 2013

A.F.I. (A Fire Inside)



AFI ou "A Fire Inside" é uma banda de horror punk/alternativo de Ukiah-Califórnia formada em 1991 que chama atenção pela força poética das letras. É uma das bandas que me dou ao luxo de levar quase toda discografia no celular.

A discografia como um todo tem fases distintas e há quem nomeie o estilo da banda com um termo próprio: Gothic Punk (ou punk gótico pra nós tupiniquins).
Podemos classificar o trabalho do AFI em 3 fases: a fase horror punk, a fase punk gótico e a fase rock alternativo, todas com características sonoras bem interessantes (apesar do vocal tenor de Davey Havok ter uma sonoridade irregular ao vivo, não chega a ser um ponto negativo).

  1. Na fase horror punk temos os álbuns, "Answer That And Stay Fashionable" de 1995, "Very Proud of Ya" de 1996, "Shut Your Mouth and Open Your Eyes" de 1997, "A Firestone Inside EP" de 1998 e "All Hollows EP" de 1999 sendo este último o meu favorito, principalmente por causa de "The Boy Who Destroyed The World" que tem riffs sensacionais e com uma proximidade muito grande ao som do Misfits. De fato, essa primeira fase é de punk de horror.
  2. Na fase punk gótico temos 4 álbuns notórios: "Black Sails In Sunset" de 1999, "The Art ode Drowning" de 2000, o emblemático, forte e sombrio álbum "Sing The Sorrow" de 2003, o auto intitulado "AFI" de 2004 com alguns singles épicos da banda em uma harmonia pesada intermediária entre o punk e o gótico. Tudo dessa fase é bem impressionante.
  3. Na fase rock alternativo temos os álbuns "Decemberunderground" de 2006 (apesar de Decemberunderground ainda trazer traços da fase punk gótica, por exemplo, na faixa "Miss Murder" (carro-chefe desse álbum e uma das melhores melodias já compostas pela banda), há experimentalismos no rock alternativo como em "37Mm" e até música eletrônica como no caso de "Love Like Winter") e o álbum "Crash Love" de 2009, talvez o álbum menos pesado e mais pop da banda, mas ainda assim com canções muito interessantes como "Medicate". Ainda não ouvi o álbum "Burials" lançado esse ano, mas a qualidade do AFI nunca mudou nas letras, embora tenham alterado o estilo das canções ao longo do tempo.
 

A banda tem um sucesso relativo e, inclusive, tem várias canções em edições diversas do Guitar Hero, "Medicate" e "Miss Murder", mas há um diferencial muito grande em AFI em relação a outras bandas: a poesia das letras. Não dá pra ficar só em palavras, é preciso ouvir. E pra quem não sabe inglês, aqui vai uma com tradução:



Discografia  e História da Banda: Wikipédia

Just keep rocking! \m/


sábado, 31 de agosto de 2013

Decadência Musical Brasileira Demonstrada


Os créditos do vídeo acima são do canal Não Famoso. Tem muita paródia legal consertando as porcarias que tocam nas rádios Brasil afora e análise racional das letras provando por A + B pra qualquer ser humano da Terra que realmente "há algo de podre" com a música brasileira no mainstream. Divulgem!

E Deus tenha piedade de nossos ouvidos!

Just keep anonymous! 


Deliverance


Caros compadres, estou simplesmente embasbacado com a performance desses caras. A banda se chama Deliverance e trata-se de uma banda americana de metal cristão das antigas. chegaram a ter esse mesmo vídeo lançado na MTV em 1989 tendo um rápido lampejo no mainstream.


A banda passou por vários hiatos: um em 1996, um monte de vai-e-volta entre 2000-2010 e agora em 2013 estão preparando seu último trabalho oficial.

Apesar de serem classificados por críticos como "clones do Metallica" eu não notei tantas similaridades como são supostas, o som é mais elétrico que o do Metallica e menos "sujo" nas distorções e o vocal lembra um pouco o de  Bruce Dickinson, mas pára por aí. o som é cru se comparado com as bandas de metal tanto dos anos 80 como da atualidade, mas tem um "je ne sais quoi" e pra mim, se tem o "je ne sais quoi" é porque é BOM!


Just keep rocking! \m/

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Workshop do Van Canto

Pra quem acompanhou a última postagem sobre o Van Canto e ficou com a pulga atrás da orelha pensando "como alguém pode fazer uma banda de metal só com vozes e bateria?", eis a resposta abaixo em forma de workshop. A playlist inclui todas as micro-aulas:


Just keep singing! \m/ 

Workshop Lacey Sturm (ex-Flyleaf)

Flyleaf é, sem a menor sombra de dúvidas, minha banda favorita entre as com vocal feminino. Digamos que Lacey Sturm tem o "je ne sais quoi" na voz, mesmo tendo um alcance estimado de apenas 2 oitavas e meia (F#3 a F#5)¹ de um soprano simples (graças a Deus, sem exageros nos agudos, que são um pouco irritantes de ouvir se a pessoa usar muito).

O vídeo abaixo é justamente sobre técnicas de screaming (os famosos berros de Lacey) que a ex-vocalista do Flyleaf intercalava com vocais limpos peculiares, sua marca no Flyleaf junto com suas composições.


É verdade Lacey não integra mais o elenco fixo do Flyleaf, mas essa foi a fase crucial da banda... Mas é um papo bem divertido. 

Enjoy!


Just keep screaming! \m/ 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Flyleaf


Flyleaf é uma banda de metal alternativo de Belton no Texas (EUA) que me cativou desde que fomos "apresentados". A potência dos drives (vocal gritado) da vocalista Lacey Mosley (na época, atualmente adotou o nome de casada: Lacey Sturm) chamava (e ainda chama) muita atenção. 

Mais do que apenas uma banda, Flyleaf é o reflexo da mudança de vida de Lacey, que me motivou a colocar aqui sua história... porque me comove. Não dá pra explicar, mas você reconhece nos olhos uma pessoa que deu uma guinada de 180 graus na vida. No caso de Lacey, isso salvou sua vida, como vocês podem ver no vídeo abaixo onde ela mesma conta um pouco de sua história:


As composições do Flyleaf tinham participação pesada de Lacey: letras como "Justice and Mercy" é perfeita e de uma teologia impecável como se vê em poucas bandas cristãs, a crueza poética de letras como "Cassie" (sobre o massacre de Columbine), músicas como "Treasure" ou "Circles" envolvem pela forte emotividade, além de canções sobre sua própria história pessoal como "Much Like Falling" (sobre o dia em que planejava se suicidar e que terminou por lhe dar uma nova vida) ou "Dear My Closest Friend" sobre a morte de seu primo de 3 anos espancado pelo padrasto.



Nenhuma composição artística por mais elaborada que seja tira o poder e o mérito da verdade de quem viveu o que canta. O mais bonito de tudo isso é que, apesar de ter saído da banda pra cuidar do pequeno Jack e ter uma vida pacata junto com seu marido (sério, achei isso lindo!) é como Lacey conseguiu transmitir sua despedida da banda no lindo clipe de "New Horizons", o último álbum de que participou. Vou deixar na expectativa. Procurem no YouTube.

Claro que Lacey não era a banda, os caras tocam muito e são bem criativos (a primeira vez que vi alguém tocar guitarra com um arco de violino foi numa apresentação do Flyleaf que vi no youtube), e Kristen May, a nova vocalista, é bastante competente, mas Lacey era a alma da banda. Continuo acompanhando o Flyleaf... mas timidamente. Engraçado como a história de pessoas que você nunca conheceu podem ter um peso muito grande em sua vida. Confesso que devo alguns bons momentos a Lacey e ao Flyleaf e a história de como a banda nasceu. Histórias assim fazem você ter mais fé. E pra alguns isso é tudo que resta.

Álbuns de estúdio
2005: Flyleaf
2009: Memento Mori
2012: New Horizons

EPs
2002: Broken Wings: Special Edition
2003: Passerby
2003: Broken Wings
2004: Flyleaf
2006: Music as a Weapon
2007: Much Like Falling
2010: Remember to Live
2013: Who We Are

Just keep believing! \m/ 

sábado, 17 de agosto de 2013

O mestre SUPREMO do violão



Não raras vezes tive surpresas com performances inusitas de violonistas no youtube, desde africanos tocando de formas impensáveis até verdadeiros homens-banda, como Andy Mckee, o jovem prodígio Sungha Jung, ou mesmo Miyavi que tem o hábito de tocar slap, que é uma técnica de baixistas experientes, no violão. Pra economizar postagens, tá tudo em hyperlink, mas o prodígio de hoje é o mestre do violão Jon Gomm com a performance de Passion Flower, em que, sozinho, simula distorção de guitarra, muda a afinação das cordas enquanto toca, faz a percussão e canta ao mesmo tempo uma canção que é de composição própria dele mesmo! Yngwie Malmsteen que me perdoe, mas pra mim o conjunto da obra de Jon Gomm superou todos os anteriores.

Just keep Chucking Norris!

domingo, 30 de junho de 2013

Confraria da Costa

Provavelmente uma das indicações mais bizarras que já passou por esse blog: Confraria da Costa (ou, como eu gosto de chamar, CONFEITARIA da Costa, sempre com as melhores massas salgadas, doces, aceitamos encomendas pelo 0800-Pirata Alma Negra) - uma banda nacional que canta em português (e hoje em dia isso não é pleonasmo) canções de pirata com uma pitada de rock, apareceu na minha vida por indicação de uma amiga (oi de novo Herz! XD) e eu achei muito legal!

Enjoy:


Just keep traveling the world and the 7seas! \m/

MURP (Aaralyn & Izzy)

Normalmente você não vê crianças muito envolvidas com metal, mas a pequena Aaralyn (de 6 anos de idade) surpreendeu a todos no America's Got Talent com uma performance inusitada e uma potência vocal EXTREMA!

Arch Enemy que se cuide daqui a alguns anos!


Ela e o baterista, seu irmão Izzy (9 anos de idade), tem uma banda chamada MURP com uma série de vídeos divertidíssimos no youtube no canal wargasm123 em que interpretam covers de canções famosas e muitas outras de composição própria (crianças compondo metal?! Eita! O.o). Virei fã! Good work dad! :-)

Pra quem entende um pouco de inglês, aqui vai a sensacional "Lullaby Crash"!

OOOOOver the mountains, under theeeee seeeeeea, up in the skyyyyyyyy! XD


Just "Remember children are a gift of love sent from the Lord."  \m/
Referência a Tourniquet em Skeezix Dillema


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Day of Fire


Day of Fire é uma banda de Rock americana bastante minimalista. No geral as melodias são simples e fáceis de tocar, interessante pra quem está começando um instrumento. Mas não confunda simplicidade com má qualidade!

Tendo lançado o primeiro álbum em 2004, a banda tem um trabalho muito bem elaborado nas letras e no som. A banda está atualmente em hiato, mas o último álbum contou com participação do vencedor do American Idol, Chris Daughtry.

O vocalista Josh Brown, ex Full Devil Jacket, já havia feito turnê com Nickelback e Creed, quando Josh sofreu uma overdose de heroína (clichê)... Ao invés de morrer como um grande e patético imbecil, Josh conheceu a fé cristã, formou o Day Of Fire, começou a cantar sobre sua fé e está vivo até hoje. Me corrijam se eu estiver errado, mas ele me parece bem melhor agora (até musicalmente) do que quando era um rockeiro drogado idiota.





Discografia:

2004 - Day of Fire
2006 - Cut & Move
2010 - Losing All





Just keep rocking! \m/

Charon (Songs For The Sinners)


Um dos países mais conhecidos pela cultura musical vinculada ao heavy metal, principalmente ao Metal Gótico, é a Finlândia. E é justamente da Finlândia que surge Charon, no ano de 1992. A história musical do Charon é curiosa porque seu primeiro trabalho foi como uma banda de Death Metal. A mudança de direção para o Metal Gótico foi pra lá de audaciosa! 

Apesar de eu ter um apego muito forte por outros trabalhos do Charon como o álbum Downhearted de 2002 com 2 das canções mais poderosas da banda (na minha opinião): Bitterjoy e Erase Me; o destaque de hoje é justo o álbum de despedida da banda, com um nome emblemático que chama a atenção de imediato: Songs For The Sinners (ou "Canções para Pecadores"), de 2005. 


Com uma sonoridade forte e um vocal barítono com graves poderosos, Songs For The Sinners fala de amor, morte e sobre as cicatrizes que a vida deixa em nós com uma linguagem poética que lembra um conflito armado (como nas faixas Bullet, Colder e Rain).

Por se tratar de uma banda de metal gótico, vale informar que Charon é a versão em inglês de "Caronte", o barqueiro que carregava as almas dos mortos ao Hades (mundo dos mortos na mitologia grega), mas o mesmo termo também significa "ira divina" em hebraico. Se o historiador Diodorus Siculus estiver certo ambos os termos, hebraico e grego, tem origem egípcia e compartilham um significado: "ira". Em 2011 a banda encerrou as atividades fazendo seu último show em sua cidade natal Oulu. 

Discografia: 
Sorrowburn (1998) 
Tearstained (2000) 
Downhearted (2001) 
The Dying Daylights (2003) 
Songs for the Sinners (2005) 

Singles: 
"Little Angel" (2001) 
"In Trust of No One" (2003) 
"Religious/Delicious" (2003) 
"Ride on Tears" (2005) 
"Colder" (2005) 

Compilações: A-Sides, B-Sides & Suicides (2010) 

Vídeos: "November's Eve",  "Little Angel", "Colder", "Ride on Tears".   

Fontes: 

 Just keep rocking! \m/

domingo, 14 de abril de 2013

Elldorado

Ok pessoal, da última vez eu disse:


"Não me perguntem nada ainda sobre esses caras. Achei TOTALMENTE POR ACIDENTE quando liguei meu gerador de improbabilidade aqui de casa. Banda de Screamo nacional, canta em português, o som é bom, a letra é boa, e o clipe ainda por cima é engraçado!
Posto qualquer coisa sobre eles mais tarde, mas vale a apresentação! Com vocês: Elldorado!"



Dessa vez no entanto, eu consegui trazer algumas informações sobre a banda:


Após a descoberta do site Metal Em Português, pensei em trazer algumas bandas brasileiras que CANTAM EM PORTUGUÊS e lá mesmo encontrei o vídeo do Elldorado acima.
Como alguns de vocês devem ter notado, o diálogo do dono do bar com o faxineiro e a resposta do faxineiro fica ainda mais hilariante quando você nota o que o faxineiro faz quando a "banda" começa a tocar! XD
Enfim, Elldorado é uma banda cristã de Screamo de SP (e aí eu me pergunto, o que diabos eles estavam pensando em fazer um clipe num bar da Heineken? Talvez só pra aumentar o efeito cômico do vídeo... Ou não... Sei lá, mas a letra é boa!).
Por enquanto a banda tem apenas 1 álbum gravado, mas deu uma boa demonstração de potência sonora na minha humilde opinião. Ah, e não estranhe se tiver que ouvir uma segunda vez até perceber que eles estão cantando em português (screamo em português pra mim é novidade), da segunda vez em diante vc começa a entender as palavras! 

Just keep rocking! \m/

Huaska

 

Salve pessoal!
Após a descoberta do site Metal Em Português (In Memorian), pensei em trazer algumas bandas brasileiras que CANTAM EM PORTUGUÊS.

Uma particularmente interessante que eu descobri é uma banda de São Paulo chamada Huaska. A proposta da banda é muito interessante: mesclar o metal com música brasileira. O interessante é que a parcela da música brasileira escolhida foi justamente o samba e a bossa nova!

Eu sei que até o Sepultura já usou elementos de música brasileira e já gravou bossa nova, mas NÃO É ESSE O CASO AQUI! A proposta do Huaska é uma FUSÃO entre samba, bossa nova e metal! Isso é um passo além do que qualquer banda brasileira já fez!

Vamos por partes: A mistura é uma característica que aparece timidamente em Mimosa Hostilis, o 1.º trabalho da banda (que mais parece um álbum do Deftones em português) na faixa "Voyeur" - um excelente cd aliás. Os dois trabalhos seguintes da banda são intermediários em que a banda experimentava formas de unir metal + letras em português + mpb (pra sermos sinceros nem sempre deu certo nesses álbuns). Mesmo eu não considerando o "É Chá de Erva Doce" um álbum com vocais bem trabalhados a canção "Minha Alma Fede" é soturna e boa de ouvir, "Sua Beleza Me Faz Mal" tem uma letra até interessante, apesar de não ser a melhor interpretação do vocalista Rafael Moromizato; já "Bossa Nenhuma" é musicalmente  muito mais bem trabalhado em instrumental e nos vocais, e é justamente nesse álbum que a mistura entre samba, metal e bossa nova se torna constante e consistente, mas peca em algumas letras como e.li.sa (puro tapa buraco do álbum), todavia, foi justamente uma canção desse álbum que me fez gostar e procurar mais trabalhos da banda: O Machete - canção emblemática baseada no conto homônimo de Machado de Assis, uma canção tensa com o uso de um machete contra um violoncelo embalada com distorções de guitarra num clipe que lembra muito uma das minhas bandas favoritas: Deftones. O som ficou incrível e o vocal está perfeito. Pra quem não conhece o conto de Machado de Assis a letra parece confusa, mas ao lê-lo você descobre exatamente do que a letra está falando e, confesso que me surpreendi. Recomendo MUITO!



No novo álbum "Samba de Preto" as coisas chegam a um nível de profissionalismo invejável, as letras amadureceram tanto nesse álbum quanto o som havia evoluído do 2.º para o 3.º álbum da banda harmonizando palavra e melodia. O novo álbum conta com a participação pra lá de especial de Eumir Deodato (que já produziu nomes como Bjork e Tom Jobim) e Elza Soares! Confira entrevista:




Obs.: A introdução de "O Mar" chega a lembrar o estilo de uma outra banda excelente: Apocalyptica; a banda fez uma regravação de Tom Jobim em versão rock na faixa "Chega de Saudade"; "Foi-se" e "Samba de Preto" são canções de luto com peso e letras intensas. São esses apenas alguns destaques. Vou deixar vocês se surpreenderem com o resto sozinhos. Aqui vai um pouco do trabalho do Huaska pra vocês apreciarem, e acreditem: SAMBA DE PRETO é muito bom!


Just keep rocking! \m/

domingo, 3 de março de 2013

Mashups

Você sabe o que é um "mash up"? 

"O termo Mashup veio da música, mais especificamente da eletrônica e significa misturar. Na música eles são visíveis em mixagens feitas por DJs que a partir de uma música e sua melodia, obtém-se outra a partir de suas batidas."
Fonte: Techmundo

Separei alguns exemplos que valem muito à pena pra ver e ouvir.
Quem gostar, curte aí!


Fuçando um pouco na internet encontrei verdadeira "PÉROLAS" que, como já diria professor Girafales, são usadas para fazer colares de PÉROLAS! 

Brincadeiras à parte, quando você pega elementos de duas músicas, o vocal de uma e mescla com o instrumental de outra, ou mesmo quando se fundem duas músicas (por completo ou num trecho) o resultado pode ser um desastre... ou um novo hit da internet!

Just keep rocking! \m/

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