Mostrando postagens com marcador Soft Rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Soft Rock. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de agosto de 2013

O mestre SUPREMO do violão



Não raras vezes tive surpresas com performances inusitas de violonistas no youtube, desde africanos tocando de formas impensáveis até verdadeiros homens-banda, como Andy Mckee, o jovem prodígio Sungha Jung, ou mesmo Miyavi que tem o hábito de tocar slap, que é uma técnica de baixistas experientes, no violão. Pra economizar postagens, tá tudo em hyperlink, mas o prodígio de hoje é o mestre do violão Jon Gomm com a performance de Passion Flower, em que, sozinho, simula distorção de guitarra, muda a afinação das cordas enquanto toca, faz a percussão e canta ao mesmo tempo uma canção que é de composição própria dele mesmo! Yngwie Malmsteen que me perdoe, mas pra mim o conjunto da obra de Jon Gomm superou todos os anteriores.

Just keep Chucking Norris!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Alex Band (The Calling)

Alex Band na fase do The Calling

Alex Band é o ex-vocalista da banda americana The Calling. Os caras estouraram no fim dos anos 2000 com uma canção de nome "Wherever You Will Go" e são o que gosto de chamar despojadamente de "alguns hit wonder". A marca registrada em seu trabalho era justamente a voz firme de barítono de Alex (um diferencial já que a maioria dos cantores no mainstream são tenores) e o fato de usarem poucos acordes em melodias simples e populares.

A banda durou apenas 2 álbuns de estúdio: "Camino Palmero" de 2001 e "Two", lançado em 2004 e apesar de ser uma banda de pop rock, compuseram algumas pérolas esquecidas pelo mainstream como "Somebody Out There" - uma canção sobre o sofrimento humano e como lidamos com ele, sendo que a canção começa com o que parece ser a descrição de um abuso, uma letra densa e melodia sombria, além de canções como "Unstoppable" e "The Truth" (me corrija quem interpretou diferente, mas me parece ser sobre forças invisíveis tentando controlar as vidas humanas, uma visão bem próxima do conceito de "Grande Conflito" usado por autores cristãos como Ellen G. White) e "Lost", bem diferentes da levada comum da banda, apesar de ainda se notar os traços de simplicidade comuns ao The Calling.




O caso é que, com o fim da banda, seu ex-vocal Alex Band entra em carreira solo que conta com 2 EPs e um disco solo chamado "We've All Been There" lançado em 2010.
O que torna os novos trabalhos de Alex Band interessantes é sem dúvida o amadurecimento de suas letras. Assim como no caso do brasileiro Jay Vaquer, o que falta em experimentalismo musical sobra em qualidade letrística:

  • "Please" se aborda o aspecto religioso da vida humana e qual seria seu significado; 
  • "Fame" é uma canção que fala do quanto o estrelismo corrompe o caráter; 
  • "What Is Love" é uma interrogação sincera sobre que droga está acontecendo com as pessoas que têm se tornado cada vez mais frias e insensíveis, sem amor uns pelos outros; 
  • "Cruel One" é a resposta para essa pergunta vinda de um cara que passou por 2 divórcios, mesmo tendo ficado ao lado da 2.ª mulher enquanto ela passava pelo câncer (o amor é descrito como a força mais cruel de todas... não está tão longe da verdade).

Melodicamente falando, duas canções de seu último EP merecem destaque, talvez não unicamente, mas principalmente, pelo desempenho vocal de Alex: "It Doesn't Get Better Than This" e "Take Me Back". Nem só de "Wherever You Will Go" viveu The Calling...
Ah, todas as músicas citadas estão na playlist acima. Confira abaixo um trechinho de "Take Me Back". Enjoy!




Fonte: Wikipédia

Just keep rocking! \m/

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Black Lab


Black Lab. Taí uma banda estranha. Pra início de conversa, nem era uma banda, mas uma dupla que virou um trio, que virou um quarteto. Chequem o site oficial e a Wikipédia.

Meu primeiro contato com a banda foi através da sombria canção "This Night" num episódio da série Dr. House. Acabei arrumando o álbum "Passion Leaves a Trace" de 2007.

Sinceramente, como fã de She Wants Revenge e Interpol, achei que Black Lab fosse uma banda de Dark Wave. Todavia, essa canção destoa da maior parte dos trabalhos da banda nesse álbum.

Mesmo com essa pequenina decepção (eu realmente gosto muito de Dark Wave), consegui descobrir coisas interessantes como "Gone" (a letra faz você pensar sobre o que diabos realmente tem na mente de homens cafajestes), Pictures of People (uma crítica à cultura de massa, TV e estereótipos), além de Sun and Moon (com uma levada e alguns jogos de falsete entre oitavas que é bem gostosa de ouvir), tem até uma "pesadinha" chamada Broken Heart.



Uma boa experiência pra quem gosta de Soft Rock. Ah, o resto do álbum é a cara dos trabalhos do Keane, então quem curte Keane com certeza vai gostar.

Fica a dica.

Just keep rocking! \m/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Marillion

Quem nunca ouviu essa música aqui embaixo, com certeza nasceu de 2000 em diante:



"Beautiful" foi uma canção que alcançou popularidade mundial, mesmo que muita gente não fale inglês ou não lembre o nome da banda.



O fato é que a banda responsável por esse prodígio (os troll que me perdoem, mas a música é mesmo ótima!) se chama Marillion, trata-se de uma banda britânica de rock progressivo e lançou essa canção no álbum de 1995 (relançado em 1999) "Afraid Of The Sunlight". O caso é que, apesar do sucesso na época, você não vai achar muita coisa sobre eles na internet (apesar de haver outras bandas dá mesma época que você acha em qualquer buraco dá rede). Como isso aconteceu?

Bom, um dos fatores é justamente o experimentalismo nas outras canções como "Bass Frenzy", bizarro a ponto de me lembrar um "que" presente na fórmula de algumas canções do Deftones, e versões sutilmente diferentes das mesmas canções ("Afraid Of The Sunlight" e "Afraid Of The Sunrise" são a mesma canção, assim como "Beautiful" e "Second Chance"), um flerte eletrônico em "Cannibal Surf Babe", além de "Live Forever" - uma canção que poderia muito bem ter sido gravada por Sade, já que tem um feeling similar ao da banda.

Não é um álbum pra bater cabeça, é melancólico, reflexivo, detalhista, mas sem exageros de solos que se tornaram aquele clichê pouco antes do Rock Progressivo entrar em decadência.

É cult, é raro e, na minha humilde opinião vale à pena conferir!

Just keep rocking! \m/ 
Tecnologia do Blogger.