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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ylvis


 
Da esquerda para a direita: Vegard, CalleBård.

Ylvis não é exatamente uma banda, mas um programa de humor norueguês (muito melhor que o CQC, Pânico, The Voice, Jô Soares ou qualquer coisa parecida). O diferencial é que os apresentadores, os irmãos Vegard and Bård Ylvisåker, além do divertido sideshow Calle Hellevang Larsen, tem uma faceta musical muito curiosa pra fazer humor: a incrível habilidade de criar canções de humor nos mais diversos estilos!




Ficaram famosos esse ano com um web hit chamado "The Fox"...

...que vamos ignorar completamente, pois nem só de "The Fox" vive a versatilidade do Ylvis! Cantam e ainda são multi-instrumentistas de responsabilidade. Então resolvi compartilhar com vocês algumas dessas pérolas. Embora The Fox seja a mais conhecida, o hard rock estilo anos 80 de Jan Egeland (a música é homenagem ao REAL Jan Egeland) é de uma melodia fantástica! 




E pra vocês garotas que curtem uma coisa mais romântica, "Come with me girl. I wanna take you to a place. Where it's just you and me. To my cabin."





Apesar de não ser exatamente uma "banda" propriamente dita, eu COMPRARIA um cd deles (e pra quem me conhece, sabe que isso foi um baita elogio!), especialmente o "Air Horn Classics"! ;-)



Just keep regougando! \m/

Referências:

sábado, 31 de agosto de 2013

Decadência Musical Brasileira Demonstrada


Os créditos do vídeo acima são do canal Não Famoso. Tem muita paródia legal consertando as porcarias que tocam nas rádios Brasil afora e análise racional das letras provando por A + B pra qualquer ser humano da Terra que realmente "há algo de podre" com a música brasileira no mainstream. Divulgem!

E Deus tenha piedade de nossos ouvidos!

Just keep anonymous! 


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Workshop do Van Canto

Pra quem acompanhou a última postagem sobre o Van Canto e ficou com a pulga atrás da orelha pensando "como alguém pode fazer uma banda de metal só com vozes e bateria?", eis a resposta abaixo em forma de workshop. A playlist inclui todas as micro-aulas:


Just keep singing! \m/ 

Workshop Lacey Sturm (ex-Flyleaf)

Flyleaf é, sem a menor sombra de dúvidas, minha banda favorita entre as com vocal feminino. Digamos que Lacey Sturm tem o "je ne sais quoi" na voz, mesmo tendo um alcance estimado de apenas 2 oitavas e meia (F#3 a F#5)¹ de um soprano simples (graças a Deus, sem exageros nos agudos, que são um pouco irritantes de ouvir se a pessoa usar muito).

O vídeo abaixo é justamente sobre técnicas de screaming (os famosos berros de Lacey) que a ex-vocalista do Flyleaf intercalava com vocais limpos peculiares, sua marca no Flyleaf junto com suas composições.


É verdade Lacey não integra mais o elenco fixo do Flyleaf, mas essa foi a fase crucial da banda... Mas é um papo bem divertido. 

Enjoy!


Just keep screaming! \m/ 

domingo, 30 de junho de 2013

William's Shakespeare Hamlet

Pra quem se lembra da postagem do disco Venus Doom, do HIM, que canta a história da "Divina Comédia - O Inferno de Dante", aqui vai mais uma dica de um álbum + ou - antigo, porém espetacular em qualidade. Trata-se do William's Shakespeare Hamlet, uma coletânea de Bandas Nacionais que cantam em inglês (Me diz Jesus, por quê?! Por quê?! afff...) cantando a história do clássico de William Sheakespeare. Clique na capa para ouvir:


Para quem quiser saber detalhes da produção do álbum, há uma excelente matéria no ProjetoX Podcast, a quem eu devo os sinceros parabéns pela tradução das canções disponível no YouTube, onde dá pra ouvir o álbum inteiro com as letras traduzidas (apesar de alguns errinhos grosseiros, dá pra pegar a ideia).

Tracklist:

01 - Delpht: From Hades To Earth
02 - Santarem: Sweet Flavour of Justification
03 - The Happiness of The Queen (Voice Vignette)
04 - Hammer of The Gods: Visions of The Beyond
05 - Villainy (Flute Vignette)
06 - Krusader: The King's Return
07 - Nervochaos: The Truth Appears
08 - The Play (Guitar Vignette)
09 - Vers' Over: A Letter To Ophelia
10 - Sagga: Dagger of Words
11 - Imago Mortis: Pravers In The Wind
12 - Symbols: Stormy Nights
13 - Hands of Fury (Keyboard Vignette)
14 - Hangar: Hidden By Shadows
15 - Fates Prophecy: Trap
16 - Eterna: Good By My Dear Ophelia
17 - Tuatha de Danann: The Last Words
18 - To Be... (todos participam dessa faixa que é, na minha opinião, a melhor do álbum)


Para mais informações:



Just STOP locking good albuns! \m/


MURP (Aaralyn & Izzy)

Normalmente você não vê crianças muito envolvidas com metal, mas a pequena Aaralyn (de 6 anos de idade) surpreendeu a todos no America's Got Talent com uma performance inusitada e uma potência vocal EXTREMA!

Arch Enemy que se cuide daqui a alguns anos!


Ela e o baterista, seu irmão Izzy (9 anos de idade), tem uma banda chamada MURP com uma série de vídeos divertidíssimos no youtube no canal wargasm123 em que interpretam covers de canções famosas e muitas outras de composição própria (crianças compondo metal?! Eita! O.o). Virei fã! Good work dad! :-)

Pra quem entende um pouco de inglês, aqui vai a sensacional "Lullaby Crash"!

OOOOOver the mountains, under theeeee seeeeeea, up in the skyyyyyyyy! XD


Just "Remember children are a gift of love sent from the Lord."  \m/
Referência a Tourniquet em Skeezix Dillema


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Misfits x Grave Robber

Em clima de horror rock desde a saga do Inferno de Dante, chegou a hora de um duelo de bandas no billytoindie!

De um lado com uma discografia de 8 álbuns de estúdio, com 3 formações em épocas distintas e vocalistas diferentes, os caras que inventaram a base do que seria o rock de horror e seus derivados (death rock, horror punk, horror hardcore): The Misfits.

No outro canto, com 3 álbuns de estúdio gravados, uma contraparte que pleiteia o trono no Misfits: Grave Robber.

Duas bandas com características similares: base de punk rock, letras contando contos de terror com espiritualismo e ficção científica e um baita visual de halloween. De fato, tanto em matéria de voz quanto a pegada, são muito similares. Dá pra confundir as bandas se você não conhecer o repertório, mas com duas diferenças fundamentais:

a) Misfits, por ser horror punk mais clássico, no geral tem uma batida mais lenta e chega a ser menos pesado, em comparação, que o Grave Robber, embora (confesso) seja um pouco difícil perceber.

b) Grave Robber é uma banda de horror punk cristã (Sim, isso existe e é bem original! São metáforas de horror dentro dos conceitos teológicos cristãos. Não que o Misfits também não o fizesse, afinal o conceito de diabo, por exemplo, é um conceito cristão. Porém, o Grave Robber aborda essa temática a partir da ótica cristã. Outras bandas, como Demon Hunter, também seguem o conceito, como na letra de "Storm The Gates of Hell").

Dois trabalhos das bandas são épicos nessa batalha:
a) O clássico "American Psycho" do Misfits, lançado em 1997 com Michael Graves nos vocais, representando a melhor fase da banda (que, por intrigas infantis dos membros, acabou não contando com a participação de Graves justamente quando fizeram a primeira turnê que passou pelo Brasil). As letras eram basicamente contos de terror com direito a homenagens a filmografia de Vicent Price (Abominable Dr. Phibes) alusões a literatura a exemplo de George Orwells: Guerra dos Mundos (em Mars Attacks) ou ao Frankestein de Mary Shelley até nos apelidos dos integrantes da banda (o guitarrista era conhecido como Doyle Wolfgang von Frankenstein), além de canções sobre ataques zumbis (Day of The Dead) e muito mais! Halloween total com selo de aprovação de Jack Pumpkin Head.

b) Um álbum igualmente notório competindo de igual pra igual com "American Psycho" é o "Be Afraid" do Grave Robber. Falando de exorcismo (The Exorcist), caça às bruxas (Burn Witch, Burn!), psicopatia (Skeletons), contra o aborto (aliás, numa das melhores canções do álbum: "Screams of The Voiceless"), esquizofrenia (Schizofiend), zumbis (I, Zombie), com direito a jargões médicos como o que dá título à canção "Rigor Mortis" (termo em latim comum em necrópsia já que se trata do enrijecimento do corpo cadavérico poucas horas após a morte, usado em perícia criminal como referência para dar a hora estimada da morte em estilo CSI). 

Como o cristianismo é um religião bastante gótica (diga-se de passagem: tem coisa mais gótica que um Deus que morre torturado no lugar da criação pra evitar sua destruição e volta dos mortos com juras de vingança contra as forças do mal? Aliás, tem muito disso na canção Golgotha), há conceitos bizarros como "morrer para o pecado" e "nascer de novo" representado em ritos como o batismo representando mudança de vida, comportamento, visão de mundo, etc, que implicam em deixar Deus matar o mau dentro de você a cada dia... Tudo isso muito em evidência e falado de forma bem humorada, por exemplo, na canção I Wanna Kill You Over and Over Again", além de uma abordagem pra lá de halloween do juízo final em "Bloodbath" ("banho de sangue" como dupla alusão: morte de Cristo e sua vingança final).


É uma batalha de pesos pesados... Cá entre nós, eu apostaria em EMPATE POR DUPLO NOCAUTE!

Discografia de Misfits:

 *Static Age (1978)
 *12 Hits From Hell (1980)
 *Walk Among Us (1982)
 *Earth A.D./Wolfs Blood (1983)
 *American Psycho (1997)
 *Famous Monsters (1999)
 *Project 1950 (2003)
 *The Devil's Rain (2011)

Discografia de Grave Robber:

*Exhumed (2011)
*Inner Sanctum (2009) 
*Be Afraid (2008)


Fontes:


Just keep horrorocking! \m/ 


Brothers of Brazil


Ok, admito, essa matéria é reblogagem pura e descarada! Mas devo confessar que odiei que, no finado site tozco.com, tenham escrito isso ANTES DE MIM!
também conhecidos como Supla e João Suplicy: "The Brothers of Brazil"



Eu já tinha ouvido falar, mas ainda não tinha escutado as músicas da dupla e nem visto os dois se apresentando. Rolou um amostra grátis ontem no Programa do Jô e sabe o que mais? Eu gostei! Bastante até! Mas eu sou suspeita pra falar pois já gostava do Supla na época de pérolas como "Menina de família safadinha", "Encoleirado" e "Você só pensa na fama", que aliás nem sei se chama assim mesmo pois faz teeeempo. Achei meio caída aquela época de "Green Hair" (Japa girl), mas desta vez a combinação aparentemente estranha do aparentemente certinho João Suplicy com o punk-glam-showman-esdrúxulo-besourosuco Supla (afinal eles têm os mesmos genes, não é?) teve um equilíbrio surpreendente! As músicas são bacanas, conservam a ironia e a linguagem do Supla só que bem mais elegantes. Acho que o terno anos 50 e o penteado que João envergava no Programa do Jô deixou-o com a cara do Tom Jobim, que compunha com muita elegância. Inspiração ou sessão espírita? Supla, como todos devem ter notado, tem parentesco próximo com Beetlejuice. Muito próximo!

Mas e quanto às músicas? Então, entrei no site deles para ouvir mais dos irmãos, pois só assisti "Samba around the clock" e "Brothers of Brazil" (que gruda na cabeça, mas de um jeito bom) no programa. Adorei! Mesmo "Remind You" que parece não ter nada a ver com o resto me lembra o Supla oldschool. Inrotulável mas algo como Joey Ramone com Beatles com pitadas meio bregas geniais. Vale muito a pena ouvir todas! Eu não vou ficar aqui tentando definir o som não porque eu não sou crítica de música e depois o povo vai me tacar pedra, mas a boa é conferir os dois ao vivo. Eu vou!

Brothers of Brazil -dia 22 de maio às 21h no Cinemathéque
R. voluntários da Pátria ,56 – Botafogo – Rio de Janeiro

Just don't keep the samba dies! \m/ 

sábado, 11 de maio de 2013

Remadores do Último Porão



É impressão minha ou quanto mais bizarro o nome da banda mais original o som?

Remadores do Último Porão é uma banda de Goiás com uma proposta de som bastante inusitada: uma mescla de metalcore, teclados sintetizadores e flertes com death metal. Se isso já não é original por si só, adivinhem: ELES CANTAM EM PORTUGUÊS! Ah sim, eu mencionei que é uma banda cristã?

O primeiro EP da banda está disponível para ouvir aqui e temos 2 clipes bem interessantes no youtube que vocês podem checar aqui mesmo. Enjoy!


Mas se você é um mané de mente fechada que acha que nunca se deve misturar sintetizadores com outros instrumentos: não ouça a música, não veja o clipe e, por gentileza, procure outro blog que compartilhe das suas mesmas convicções musicais... Aliás, que diabos você veio fazer aqui? XD

Enfim, Remadores é muito bom!

Just keep remando! \m/ 
;- )

domingo, 14 de abril de 2013

Elldorado

Ok pessoal, da última vez eu disse:


"Não me perguntem nada ainda sobre esses caras. Achei TOTALMENTE POR ACIDENTE quando liguei meu gerador de improbabilidade aqui de casa. Banda de Screamo nacional, canta em português, o som é bom, a letra é boa, e o clipe ainda por cima é engraçado!
Posto qualquer coisa sobre eles mais tarde, mas vale a apresentação! Com vocês: Elldorado!"



Dessa vez no entanto, eu consegui trazer algumas informações sobre a banda:


Após a descoberta do site Metal Em Português, pensei em trazer algumas bandas brasileiras que CANTAM EM PORTUGUÊS e lá mesmo encontrei o vídeo do Elldorado acima.
Como alguns de vocês devem ter notado, o diálogo do dono do bar com o faxineiro e a resposta do faxineiro fica ainda mais hilariante quando você nota o que o faxineiro faz quando a "banda" começa a tocar! XD
Enfim, Elldorado é uma banda cristã de Screamo de SP (e aí eu me pergunto, o que diabos eles estavam pensando em fazer um clipe num bar da Heineken? Talvez só pra aumentar o efeito cômico do vídeo... Ou não... Sei lá, mas a letra é boa!).
Por enquanto a banda tem apenas 1 álbum gravado, mas deu uma boa demonstração de potência sonora na minha humilde opinião. Ah, e não estranhe se tiver que ouvir uma segunda vez até perceber que eles estão cantando em português (screamo em português pra mim é novidade), da segunda vez em diante vc começa a entender as palavras! 

Just keep rocking! \m/

domingo, 3 de março de 2013

Mashups

Você sabe o que é um "mash up"? 

"O termo Mashup veio da música, mais especificamente da eletrônica e significa misturar. Na música eles são visíveis em mixagens feitas por DJs que a partir de uma música e sua melodia, obtém-se outra a partir de suas batidas."
Fonte: Techmundo

Separei alguns exemplos que valem muito à pena pra ver e ouvir.
Quem gostar, curte aí!


Fuçando um pouco na internet encontrei verdadeira "PÉROLAS" que, como já diria professor Girafales, são usadas para fazer colares de PÉROLAS! 

Brincadeiras à parte, quando você pega elementos de duas músicas, o vocal de uma e mescla com o instrumental de outra, ou mesmo quando se fundem duas músicas (por completo ou num trecho) o resultado pode ser um desastre... ou um novo hit da internet!

Just keep rocking! \m/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

American Idiot... O Filme?


Sim, é verdade. "Amercian Idiot", o Ópera Rock considerado o melhor trabalho de estúdio do Green Day (para alguns, o único bom trabalho de estúdio do Green Day! kkkk) narra a estranha história de Saint Jimmy com diversos elementos de crítica social como mídia, consumismo, o suso de drogas, rebeldia e suicídio.
Confesso, extraí a resenha abaixo da internet¹ (fazendo algumas correções pequenas). Acho que acabaria escrevendo demais se tentasse. No geral, essa é a história:

1 – American Idiot
Além de uma tremenda critica ao governo de George W. Bush e as mídias norte-americanas, a canção mostra também um cidadão frustrado por ser apenas um “caipira inútil” e que a única coisa que pode fazer é reclamar para o nada. Assim como ele faz nessa faixa.

2 – Jesus of Suburbia
Aqui o personagem da canção anterior ganha nome, a trilha começa com uma introdução a sua história. Criado em meio a drogas e vagabundagem ele cansa de sua vida medíocre em uma cidade de interior. A fim de acabar com sua depressão, foge para a metrópole. Recomendo assistirem ao clipe da música legendado.

3 – Holiday
Na faixa, Jesus of suburbia encontra um pingo de motivação durante sua viagem a cidade grande (o que pode ser notado no clipe). A música também coloca várias questões políticas em tese, que é o que motivou essa mudança súbita do protagonista.

4 – Boulevard of Broken Dreams
Nesta faixa, nosso protagonista volta a sua crise depressiva por não ser entendido e começa a se questionar se a vida não é apenas uma ilusão. “Enquanto todos dormem eu ando sozinho”, esse é o trecho em que se percebe maior depressão do personagem.

5 – Are we the waiting
Aqui nosso protagonista entra em colapso com sua insanidade, duvidando até mesmo de quem ele é e se questionando se realmente é o Jesus of suburbia. A depressão se transformou em medo e loucura.

6 – St Jimmy
Aqui nós chegamos no ápice da loucura do nosso anti-herói. Depois de tanta depressão e insanidade ele simplesmente cria um personagem imaginário em sua cabeça e começa a viver como se fosse esse personagem criado. O personagem se chama St Jimmy, um assassino e drogado sem escrúpulos.

7 – Give me novacaine
Nessa faixa ele “cura” sua dor depressiva com drogas. “Jimmy, me dê a anestesia” é um dos trechos da música que mostra o nosso personagem ainda conturbado com a depressão e agora também com as drogas.

8 – She’s a rebel
Depois de tantos transtornos psicológicos, nosso personagem encontra algo que o tire da depressão que não sejam drogas. Ele conhece uma garota rebelde e radical, mas com um rosto familiar. Uma garota no mínimo apaixonante...

9 – Extraordinary girl
Ele se vê completamente apaixonado e não se cansa de exaltar isso nessa canção. Realmente uma canção muito melosa.

10 – Letter bomb
A música tem o nome de “carta-bomba” e nela estão os motivos do adeus da garota. Ela explica que o personagem criado na cabeça do Jesus of Suburbia não é ele, St Jimmy é uma ilusão, uma farsa criada para driblar a depressão de ser um nada que só sabe protestar para o vento.

11 – Wake me up when September ends
Aqui se mostra uma música que foge um pouco da história. Não se trata da trajetória de Jesus of suburbia ou St Jimmy, e sim de Billie Joe Armstrong. A música retrata a mágoa do vocalista em relação ao mês de Setembro (mês da morte de seu pai e mês do 11th September).

12 – Homecoming
Nessa faixa o protagonista abstrai a carta-bomba deixada  por sua amada, e “mata” St Jimmy de seus pensamentos. Percebe o quanto foi idiota ao se iludir que poderia mudar o mundo e depois que poderia fugir de tudo. Ele finalmente volta para casa, volta para a sua vida medíocre de interior.

13 – Whatsername
Na última faixa um último suspiro. A música fala do arrependimento do protagonista  em relação a sua amada, de não ter muito o que lembrar dela, de não ter nenhuma fotografia e de não ter muitos momentos. “Tudo que me lembro é que eu não posso voltar no tempo”.

O caso é que parece que o enredo do álbum VAI VIRAR FILME! Na verdade, "American Idiot" já havia sido adaptado para o teatro². De uma coisa pra outra é um pulo.
O problema é que, entre as supostas cotações para um papel no filme (em que temos o idio... digo, protagonista da porcar..., digo, saga Crepúsculo, Robert Pattinson³) e vendas de ingressos no site oficial da banda para as encenações de "American Idiot" (o musical teatralizado) não encontrei fontes primárias no material oficial da banda que comprovem que alguém tá correndo atrás da ideia de realmente fazer um filme com a história, só algumas supostas entrevistas em sites de entretenimento onde o vocalista do Green Day "teria dito x ou y" sobre o assunto. Tá tudo uma névoa (como dá pra perceber se você acessar as fontes que listei abaixo), mas se alguém levar a ideia adiante pode sair um bom filme. SE... Por hora...

Just keep rocking" \m/



Fontes:


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