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domingo, 3 de março de 2013

Amos


Que tal um pouco mais de underground pra aumentar sua culturinha? Volta e meia a gente descobre algo no underground que soa bem e que (quase sempre) você nunca teria oportunidade de ouvir no mainstream tv/rádio justamente por ser pouco comercial, apesar da qualidade. Normalmente as pessoas gostam de música ruim e eu desisti de tentar entender o motivo. Se esse não é o seu caso, conheça Amos.

Amos é um banda nacional com forte influência tanto do Heavy Metal tradicional quanto do universo gótico, mas o modo como incorporou essas duas tendências é um tanto novo. Solos de guitarra bem trabalhados, vocal grave, grooves, e tudo junto de uma vez só.

Aparentemente (e infelizmente, na minha opinião) a banda entrou em hiato depois de 2009 (maldito mainstream! Por que meu Deus? Por quê?!).

Detalhe: como o Amos não é uma banda fácil de achar na internet (e não tinha NADA deles no Grooveshark), postei as músicas deles que encontrei no youtube, mas vi que tem algumas coisas deles na Last FM também. Ah, a banda é cristã, e o nome Amos vem do nome do profeta Amós, autor do livro bíblico de mesmo nome.

Quem gostar curte aí!



Discografia:

Confort in Trouble (Demo - 1998)  
Gothic Soul (CD - 1999)  
A Matter of Time (CD - 2005)  
Lost Essence (EP - 2006)  
9408 (DVD - 2008)  
Acoustic (EP - 2009)


Fontes:

Just keep rocking! \m/


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dreadful Shadows



Transitando entre o Gothic Metal, Goth Rock e Darkwave, Dreadful Shadows é uma banda alemã (não tão conhecida como eu gostaria), em atividade desde 1993 com um som que tem tudo que o Paradise Lost não tem (hehehehe, desculpem-me os fãs):  sombriedade, letras sóbrias e VOCAIS GRAVES. 

O primeiro trabalho da banda com que eu tive contato foi indicação de uma amiga (oi Herz! XD), e era justamente o disco The Cycle de 1999, que me surpreendeu principalmente por ter um cover da desconhecidíssima (pelo menos entre meus convivas) Tanita Tikaram com a fodona "Twist in My Sobriety" que ficou show de bola nos vocais do senhor Sven Friedrich (por que diabos minha voz não soa assim se eu alcanço os tons?! Merda... enfim, desabafei! kkkkkk).




Me surpreendi muito com a banda porque tudo deles é muito bom! Não consegui achar uma música até hoje que pudesse dizer "não gostei".

Destaques para "Calling The Sun", "Dead Can Wait" (grudeeeenta, difícil tirar da cabeça, mas muito legal), "Dusk" e "Vagrants in Space". 

Para os que não se arriscam muito musicalmente, a banda fez ótimos covers: além do já citado "Twist in My Sobriety", temos versões de "Outside" (do David Bowie), "1959" (cover dos míticos Sisters Of Mercy) e "Coma White" (do Marilyn Manson, que saiu melhor que a encomenda).

Vale à pena!


Fonte: Wikipédia

Just keep rocking! \m/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Virgin Black

Às vezes as pessoas se perguntam até quando será possível, num mundo com tantas bandas e estilos, se criar algo original em termos de música. Eu também me perguntava isso, até ouvir Virgin Black.



"Na ativa desde 1995, os australianos do Virgin Black vêm fazendo seu nome no cenário mundial com sua mistura de metal gótico com atmosferas obscuras e elementos orquestrados. Em 1995 a banda lança seu primeiro registro a demo auto-intitulado "Virgin Black", que excedeu expectativas, o que era para ser uma promoção local, tornou-se algo grande fez com que a demo fosse bastante vendida. Após 3 anos sem lançar nada a banda volta com outro EP intitulado "Trance", onde a banda teve uma progressão para o experimental com ângulos clássicos e industriais que se tornou evidentes neste trabalho. Depois de duas demos o primeiro álbum veio em 2001, "Sombre Romantic", um trabalho obscuro e com algumas experimentações, mas sobretudo melancólico que foi muito aceito como álbum de estréia, valendo contato com as gravadoras Massacre Records na Europa e a The End Records nos EUA. Na seqüência veio “Elegant... and dying" (2003) pela Silent Music/Encore Records, é como o próprio grupo afirma: "Uma jornada elaborada de 75 minutos que poucos irão compreender ou absorver sem um certo tempo e reflexão". Um álbum complexo, com a marca registrada da banda, passagens arrastadas e cadenciadas, momentos melancólicos, melodias delicadas e o insistente clima gótico presente em todo álbum. Após o lançamento de "Elegant... and dying", a banda partiu para uma turnê pelos Estados Unidos, e também participou de um festival na Alemanha, tendo tocado ao lado de bandas de renome como Opetn Paradise Lost e Tiamat.Em 2007 o grupo lançou o primeiro trabalho de uma trilogia chamada "Réquiem", que terá três álbuns com sonoridades diferentes. O primeiro é o "Réquiem-Mezzo Forte" que traz uma sonoridade diferente de seus trabalhos anteriores. O segundo "Réquiem-Fortíssimo" (2008). E por último "Réquiem Pianíssimo" sem data para sair. A banda tem uma temática cristã em suas letras, mas não exerce um trabalho ministerial."
Fonte: Wikipédia


Um dos trabalhos da banda vigora entre meus álbuns favoritos e é justamente o Sombre Romantic. Não desmerecendo os outros álbuns, mas acho que é justamente nesse que a banda diz: "isso é o que nós somos".

Letras de poesia forte, interpretação dramática e uma voz que soa estranho aos ouvidos (o vocalista Rowan London soa como um tenor dramático, mas o timbre de voz pode gerar confusão com um barítono porque, conforme um amigo meu já disse: "a voz desse cara parece com um árabe deprimido cantando música sacra" - com o perdão da expressão do meu colega, realmente passa essa impressão). Um som escuro, melancólico, ora triste, ora extremamente pesado, mesmo quando não há guturais. Prevalência de instrumentos clássicos, mas com um bom uso de guitarra. "Sombre Romantic" é um ábum que vale à pena conferir!

Fica abaixo uma prévia pra vocês:


Just keep rocking! \m/
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