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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Covercraft


Já ouviram falar de crise de meia-idade? Pois é meu amigo, se você ainda não teve, acredite em mim... vai ter. E vai parecer que você tem 10 telas de TV ligadas em canais diferentes na sua cabeça, todas exibindo, ao mesmo tempo, versões alternativas suas se você tivesse tomado decisões diferentes na sua vida!
Como tudo que é bom ressuscita ao terceiro dia... ou, no caso desse blog, bem depois do terceiro dia, billytoindie retorna das trevas do Hades (e não me refiro à marca de suco) para te questionar: Que diabos você está fazendo da sua vida?

Eu explico: Chega um certo momento na sua vida musical (quando você tem um mínimo de noção do que é isso... e não, não é aquilo que você assiste no "Ídaluz", nem na parte engraçada nem na que ganha o concurso!), em que você se questiona: seriam meus ídolos tão bons assim ou estou superestimando os caras e gritando como um retardado no meio do show?


E mais, você que tem a mínima noção do que é uma melodia com cadência de tempo e rimas que façam sentido, começa a se perguntar, bem no interior desta latrina que você chama de cérebro: teria eu, um mero mortal, chance de me tornar um músico competente se eu tivesse mandado todos para aquele lugar quando riam ao ouvir falar de faculdade de música? Daqueles que te menosprezaram quando quis montar uma banda? Aqueles que enchiam sua mente de dificuldades quando você dizia que não, nunca iria tocar arrocha, axé, pagode, sertanejo, nem funk (muito menos funk!), nem nada que possa ser usado para disfarçar os sons que você produz enquanto está de visita no banheiro da casa de um colega...


E se você tivesse usado rolhas de champagne nos ouvidos quando seus pais te perguntaram: "E isso dá dinheiro?" É quando você começa a se questionar: teria eu condições de conquistar um espaço honesto ao sol que ilumina tantos viciados e prostitutas e lhes proporciona tantos ridículos direitos autorais e salários que matariam a fome de todas as criancinhas da África?

Pois é! Assim como na banda fictícia dos Simpsons no 8.º episódio da 26.ª temporada (todo mundo ama Simpsons!), as crises de meia-idade são o melhor momento para juntar seus amigos que, assim como você, fogem do trabalho para fazer versões caseiras das bandas que aprenderam a amar! 



Nessas férias, comecei a tocar algumas coisas em casa por mera diversão e com a ajuda dos amigos Guga (guitarrista) e Zinho do StudioZ (baixo, bateria e mixagem) surge o nosso próprio COVERCRAFT! Conheça nosso som pelo Telegram.



Então, faça algo da sua vida que não seja criticar quem produz alguma coisa dizendo o quanto são amadores e divirta-se tentando dar algo útil à sociedade. E não estou falando do seu trabalho porque todos sabem que adultos saudáveis não gostam de trabalhar! ;-)

Créditos das mixagens de "H3ll D0n't N33d M3" e "My Pr0m1s3" para StudioZ (clique para conhecer).


domingo, 30 de junho de 2013

MURP (Aaralyn & Izzy)

Normalmente você não vê crianças muito envolvidas com metal, mas a pequena Aaralyn (de 6 anos de idade) surpreendeu a todos no America's Got Talent com uma performance inusitada e uma potência vocal EXTREMA!

Arch Enemy que se cuide daqui a alguns anos!


Ela e o baterista, seu irmão Izzy (9 anos de idade), tem uma banda chamada MURP com uma série de vídeos divertidíssimos no youtube no canal wargasm123 em que interpretam covers de canções famosas e muitas outras de composição própria (crianças compondo metal?! Eita! O.o). Virei fã! Good work dad! :-)

Pra quem entende um pouco de inglês, aqui vai a sensacional "Lullaby Crash"!

OOOOOver the mountains, under theeeee seeeeeea, up in the skyyyyyyyy! XD


Just "Remember children are a gift of love sent from the Lord."  \m/
Referência a Tourniquet em Skeezix Dillema


sábado, 30 de março de 2013

Metal em Português (2020 Reissue)


Já pensou se tivesse um site que reunisse várias bandas apenas de Metal NACIONAL, com as bandas organizadas por estilo e estado? Agora imagine que todas as bandas listadas cantassem em português.

Como não sei se isso existe e DETESTO INSTAGRAM, vocês vão ter que se virar com a playlist aí embaixo mesmo:




A maioria das bandas de metal nacional que eu conheço cismam em cantar em inglês para "atingir mercado no exterior" e isso faz algum sentido... mas, se é pra atingir o estrangeiro ,cantar em português não seria um diferencial na sonoridade que atrairia ainda mais os ouvidos pouco acostumados com os fonemas do nosso idioma? Quer dizer, isso funciona com música internacional aqui! Quantas bandas estrangeiras você conhece que resolveram cantar em português pra atingir o mercado brasileiro?

Agora que o Sertanejo e o Funk dominaram nosso país, você já sabe a quem culpar...

Just suffer well! \m/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

American Idiot... O Filme?


Sim, é verdade. "Amercian Idiot", o Ópera Rock considerado o melhor trabalho de estúdio do Green Day (para alguns, o único bom trabalho de estúdio do Green Day! kkkk) narra a estranha história de Saint Jimmy com diversos elementos de crítica social como mídia, consumismo, o suso de drogas, rebeldia e suicídio.
Confesso, extraí a resenha abaixo da internet¹ (fazendo algumas correções pequenas). Acho que acabaria escrevendo demais se tentasse. No geral, essa é a história:

1 – American Idiot
Além de uma tremenda critica ao governo de George W. Bush e as mídias norte-americanas, a canção mostra também um cidadão frustrado por ser apenas um “caipira inútil” e que a única coisa que pode fazer é reclamar para o nada. Assim como ele faz nessa faixa.

2 – Jesus of Suburbia
Aqui o personagem da canção anterior ganha nome, a trilha começa com uma introdução a sua história. Criado em meio a drogas e vagabundagem ele cansa de sua vida medíocre em uma cidade de interior. A fim de acabar com sua depressão, foge para a metrópole. Recomendo assistirem ao clipe da música legendado.

3 – Holiday
Na faixa, Jesus of suburbia encontra um pingo de motivação durante sua viagem a cidade grande (o que pode ser notado no clipe). A música também coloca várias questões políticas em tese, que é o que motivou essa mudança súbita do protagonista.

4 – Boulevard of Broken Dreams
Nesta faixa, nosso protagonista volta a sua crise depressiva por não ser entendido e começa a se questionar se a vida não é apenas uma ilusão. “Enquanto todos dormem eu ando sozinho”, esse é o trecho em que se percebe maior depressão do personagem.

5 – Are we the waiting
Aqui nosso protagonista entra em colapso com sua insanidade, duvidando até mesmo de quem ele é e se questionando se realmente é o Jesus of suburbia. A depressão se transformou em medo e loucura.

6 – St Jimmy
Aqui nós chegamos no ápice da loucura do nosso anti-herói. Depois de tanta depressão e insanidade ele simplesmente cria um personagem imaginário em sua cabeça e começa a viver como se fosse esse personagem criado. O personagem se chama St Jimmy, um assassino e drogado sem escrúpulos.

7 – Give me novacaine
Nessa faixa ele “cura” sua dor depressiva com drogas. “Jimmy, me dê a anestesia” é um dos trechos da música que mostra o nosso personagem ainda conturbado com a depressão e agora também com as drogas.

8 – She’s a rebel
Depois de tantos transtornos psicológicos, nosso personagem encontra algo que o tire da depressão que não sejam drogas. Ele conhece uma garota rebelde e radical, mas com um rosto familiar. Uma garota no mínimo apaixonante...

9 – Extraordinary girl
Ele se vê completamente apaixonado e não se cansa de exaltar isso nessa canção. Realmente uma canção muito melosa.

10 – Letter bomb
A música tem o nome de “carta-bomba” e nela estão os motivos do adeus da garota. Ela explica que o personagem criado na cabeça do Jesus of Suburbia não é ele, St Jimmy é uma ilusão, uma farsa criada para driblar a depressão de ser um nada que só sabe protestar para o vento.

11 – Wake me up when September ends
Aqui se mostra uma música que foge um pouco da história. Não se trata da trajetória de Jesus of suburbia ou St Jimmy, e sim de Billie Joe Armstrong. A música retrata a mágoa do vocalista em relação ao mês de Setembro (mês da morte de seu pai e mês do 11th September).

12 – Homecoming
Nessa faixa o protagonista abstrai a carta-bomba deixada  por sua amada, e “mata” St Jimmy de seus pensamentos. Percebe o quanto foi idiota ao se iludir que poderia mudar o mundo e depois que poderia fugir de tudo. Ele finalmente volta para casa, volta para a sua vida medíocre de interior.

13 – Whatsername
Na última faixa um último suspiro. A música fala do arrependimento do protagonista  em relação a sua amada, de não ter muito o que lembrar dela, de não ter nenhuma fotografia e de não ter muitos momentos. “Tudo que me lembro é que eu não posso voltar no tempo”.

O caso é que parece que o enredo do álbum VAI VIRAR FILME! Na verdade, "American Idiot" já havia sido adaptado para o teatro². De uma coisa pra outra é um pulo.
O problema é que, entre as supostas cotações para um papel no filme (em que temos o idio... digo, protagonista da porcar..., digo, saga Crepúsculo, Robert Pattinson³) e vendas de ingressos no site oficial da banda para as encenações de "American Idiot" (o musical teatralizado) não encontrei fontes primárias no material oficial da banda que comprovem que alguém tá correndo atrás da ideia de realmente fazer um filme com a história, só algumas supostas entrevistas em sites de entretenimento onde o vocalista do Green Day "teria dito x ou y" sobre o assunto. Tá tudo uma névoa (como dá pra perceber se você acessar as fontes que listei abaixo), mas se alguém levar a ideia adiante pode sair um bom filme. SE... Por hora...

Just keep rocking" \m/



Fontes:


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dave Grohl, Slash e Renato Russo no mesmo palco?

Não, eu não fiquei maluco!
Está circulando a notícia que Giuliano Manfredini, filho do Renato, está planejando fazer uma homenagem ao  pai na inauguração do estádio Mané Garrincha, em Brasília. Para isso, ele deseja fazer um holograma com a mesma empresa que fez aquele do Tupac para cantar uma música no palco.
Para as demais músicas, haveriam convidados especiais, como Caê(tano Veloso), Mari@ Gadú, Dave Grohl e Slash. Isso mesmo, o vocalista do Foo Fighters e o eterno guitarrista do Guns N Roses prestando tributo a Renato Russo. Eu não me espantaria em descobrir que eles conhecem o trabalho da Legião, já que tantos artistas gringos curtem bandas brasileiras.

Parece verídico

Além disso, Manfredini está negociando com a equipe de James Cameron para produzir uma versão digital idêntica ao líder da Legião Urbana.
O evento receberá verba da lei de incentivo à cultura, e, por isso e por princípios, a entrada será gratuita.

Sei não, tô achando tudo grandioso demais pra ser verdade. O.o

domingo, 13 de janeiro de 2013

Device - Uma nova banda de estrelas

2013 nem bem começou e já tem uma promessa de uma nova superbanda vindo por aí. 
Pois é, David Draiman, vocalista do Disturbed está à frente de um projeto que promete trazer vários artistas consagrados para formar uma banda de estrelas.
Estão envolvidos no projeto: o baixista Geezer Butler (Black Sabbath), o baixista/vocalista Glenn Hughes (Deep Purple), os vocalistas M. Shadows (Avenged Sevenfold), Serj Tankian (System of a Down) e Lzzy Hale (Halestorm), e o senhor da guitarra Tom Morello (Rage Against the Machine), além do própio David.

A banda foi descrita como sendo Industrial, na pegada do Ministry e do Nine Inch Nails.

O primeiro clipe foi gravado dia 11 de janeiro, o que significa que será lançado em breve.

Confesso que a notícia me deixou bem empolgado, já que o Disturbed é uma das minhas bandas preferidas, e eu acho o vocal do David Draiman espetacular. Agora é esperar que essa banda atenda as minhas expectativa.

Peraí! Nunca ouviu Disturbed? Estamos aqui pra isso, meu querido.


Toma!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Beatles, processos e porrada

Você conhece os Beatles, né? Não??? Então saia já do blog!
Pensando bem, não saia, você ainda tem esperanças.
Enfim, é sabido que os Beatles se separaram em 1970, e muita gente culpa a Yoko Ono por isso (inclusive eu). Também se sabe que a separação não foi muito amigável, afinal, se uma banda se separa, ainda mais sendo a maior banda da história, algo  está muito errado.
Eis que agora o jornalista inglês Peter Doggett lançou um livro que conta em detalhes todo o processo de separação da banda. O livro "A batalha pela alma dos Beatles" mostra tudo o que rolou nos bastidores durante esse esse período negro, inclusive as porradas trocadas por John e George por causa da Yoko Ono (não por ciúmes, mas justamente pelo contrário; George (e a torcida do Flamengo) não suportava a japa).
Carolina Daffara / Folha de S. Paulo

Depois desse episódio, John chegou a sugerir chamar Eric (the god) Clapton para substituir o insubstituível Jorjão (sim, nós éramos íntimos e nos chamávamos por apelidos no aumentativo).

Como se não bastasse isso tudo, eles ainda estavam se processando entre si enquanto eram processados por pessoas de fora.
Tenso O.O

Você pode comprar o livro aqui, ou pode me dar de presente, eu não ligo.

Juro que não tô ganhando nada postando esse link, embora quisesse.
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